Grupos de WhatsApp — de família, condomínio, trabalho ou bairro — são um alvo particularmente atrativo para golpistas, porque a confiança entre os membros do grupo reduz a desconfiança natural que existiria numa mensagem de um desconhecido. Conhecer os formatos mais comuns ajuda a identificar rapidamente.

Sequestro de administrador do grupo

Um golpista consegue acesso à conta de um administrador do grupo (geralmente através do golpe do código de verificação) e passa a enviar links ou pedidos de dinheiro para todos os membros, aproveitando a confiança que o grupo tem naquele contato.

Falsa promoção coletiva

Mensagens anunciando descontos, sorteios ou brindes exclusivos "para membros deste grupo" circulam pedindo que cada pessoa clique em um link e preencha dados. O apelo de exclusividade ("só para este grupo") é usado para reduzir a desconfiança coletiva.

Corrente de mensagens com desinformação

Embora nem sempre tenha como objetivo direto roubar dinheiro, correntes de mensagens alarmistas ou falsas frequentemente carregam links maliciosos disfarçados de "mais informações" ou "veja o vídeo completo".

Pedido de ajuda coletiva falso

Uma mensagem circula pedindo ajuda financeira urgente para um membro do grupo (real ou inventado), direcionando para uma chave Pix que não pertence à pessoa mencionada. Antes de contribuir, vale confirmar diretamente com a pessoa por uma ligação, não pelo próprio grupo.

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Como se proteger dentro de um grupo

Ative a verificação em duas etapas na sua própria conta para reduzir o risco de sequestro, desconfie de qualquer link ou pedido de dinheiro que apareça de forma repentina e coletiva, e sempre confirme informações sensíveis fora do grupo, diretamente com a pessoa envolvida. Links suspeitos que circularem podem ser verificados no WhatsSafe antes de qualquer clique.